
María Soledad Segura, Cintia Rosalía Ortega Portal, Anita Micaela Cruz · RevCom 2026 · 2026
DOI: 10.24215/24517836e107
Counts differ because each database indexes a different set of publications. We treat OpenAlex as the canonical count; Google Scholar is not shown (no API, and crawling it violates its ToS).
O artigo analisa os tipos e níveis de desigualdade na capacidade de processar grandes volumes de dados e de gerar inteligência artificial (IA) na América Latina, e apresenta as estratégias desenvolvidas por organizações sociais e pelo sistema científico para superá-las ou mitigá-las. O capitalismo de dados está se tornando mais complexo e profundo com a IA, ampliando exponencialmente as desigualdades existentes, embora não de forma homogênea. Portanto, é necessário evitar a aplicação de categorias globais de maneira generalizada e a priori, e investigar empiricamente como esses processos funcionam em cada contexto específico. A abordagem teórica compreende as desigualdades digitais, especialmente aquelas relacionadas à IA, a partir de uma perspectiva de direitos humanos, considerando-as assimetrias ilegítimas. A metodologia baseia-se em pesquisa documental e bibliográfica, análise e discussão.
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